A DH é genética e hereditária, o que significa que ela é decorrente de uma alteração no DNA que pode ser passada dos pais para os filhos.1
Ser autossômica dominante significa que quando um dos pais carrega em seu DNA essa alteração, há
de um filho apresentar a DH,
independente do seu sexo biológico.1,2
A DH também é uma doença neurodegenerativa progressiva, de forma que acomete as funções do cérebro com o passar do tempo, incluindo o controle dos movimentos, a capacidade de raciocínio e as emoções.
A DH ainda não tem cura. Apesar do cenário desafiador, com o cuidado adequado, é possível melhorar de forma significativa a qualidade de vida do paciente.3,4
Entre os principais sintomas estão:4
Alterações de humor:
depressão, irritabilidade, apatia.
Comprometimento cognitivo:
dificuldade de raciocínio, desatenção.
Movimentos involuntários
(coreia).
Uma das primeiras formas de lidar com a doença de Huntington é o apoio para quem vive com a condição, familiares e amigos.
Nessa jornada, o suporte de toda a comunidade e o cuidado da equipe multidisciplinar pode trazer melhor qualidade de vida e acolhimento.
Veja como cuidar da pessoa com doença de HuntingtonReferência: 1. Ha, A.D., Beck, C.A. and Jankovic, J. (2012) ‘Intermediate CAG Repeats in Huntington’s Disease: Analysis of COHORT’, Tremor and Other Hyperkinetic Movement, 2(0), p.tre-02-64-287-4. 2. McColgan P, Tabrizi SJ. Huntington’s disease: a clinical review. Eur J Neurol. 2018 Jan;25(1):24-34. 3. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HUNTINGTON. Herança genética. Disponível em: https://abh.org.br/heranca-genetica/. Acesso em: 18 set. 2024. 4. Mariani L , Tesson C , Charles P, et al. Expandindo o espectro de genes envolvidos na doença de Huntington usando uma abordagem clínica e genética combinada. JAMA Neurol. 2016;73(9):1105–1114.